Eu e meu filho.
Eu ao me casar engravidei, mas com três meses de gestação eu perdi, e dali pra cá não conseguia engravidar, fiz uma série de exames, e o último seria só para saber se as trompas estavam obstruídas, se estivesse não teria como engravidar e sempre ouvi falar que esse doía mais que um parto, então por isso resolvi não fazer, e ainda comentei que seria como Deus quisesse.
Dois anos se passaram. Um domingo de sol dia das crianças e Nossa Senhora da Aparecida, o Beto resolveu que queria ir na casa da mãe dele, eu ainda relutei um pouco porque tínhamos estado lá no domingo anterior, mas de tanto falar acabei indo, e era meio distante.
O Beto sempre muito comunicativo, conhecia todos em todos lugares que ia, se deparou com uma situação que cortou seu coração, e não demorou muito apareceu na casa da mãe com uma criança no colo que não tinha um ano de idade, bem suja e chorando muito, na mesma hora eu e Derli demos um banho nele e o alimentamos,e depois dormiu a tarde inteira. Beto veio falando que era nosso, pois a mãe estava dando porque não tinha condições de criá-lo. Eu louvo essas pessoas que na condição de não poder criar seus filhos dão a outras pessoas que possam, ao invés de explorá-los ou largar em qualquer lugar. Para ser sincera na época minhas condições financeira na época não era muito favorável para cuidar de uma criança naquela condições, mas como Deus não faz nada por um acaso, e eu já sentia que tinha sido gerado no meu coração, coisas que não tem explicações, só sentimos.
Na parte da tarde a mãe biológica veio conversar com a gente, e eu expliquei que estaria indo para São Paulo e se era isso mesmo que queria, ela disse que queria o melhor para ele.
Na época sempre ficava muda de roupas dos meus sobrinhos na casa da Derli, e ele colocou uma delas já que não tinha nenhuma. Estávamos indo embora, ele no colo do Beto deu tau para a Adélia.
Ele já tinha registro Reginaldo, por isso ao fazermos a adoção permaneceu o primeiro nome e passou a se chamar Reginaldo Ferraz Libardi, apelido Naldo.
Na segunda-feira pela manhã liguei logo para meus irmãos, e todos o aceitaram muito bem e se tornou o esquindim da casa.
Como eu tinha que trabalhar, ele ficava mais com minha sogra que logo veio morar perto da gente.
Depois mudamos para Jacarepaguá, eu continuei trabalhando e muitas vezes ele ficava com o Beto. Quando começou a estudar, e a minha irmã Helena o colocou no colégio mais caro do Grajaú e de ótimo ensino, um colégio de freira Companhia de Maria, e por conta disso ele teve que vir morar aqui com minha mãe.
Eu comecei a contar a historinha dele quando tinha uns 6 anos de idade, e ele na época só me disse o seguinte: minha mãe é você, mas um dia você me mostra a outra e logicamente eu concordei. Mas não passou muito tempo e ela veio a falecer.
Naldo foi crescendo como toda criança peralta como a maioria.
Quando eu me separei do pai dele e um ano depois eu me casei com Oswaldo, o qual ele chamava de tio, ficou meio revoltado, mesmo eu explicando e conversando que eu tinha que ter um pouco de felicidade, já que minha vida de casada foi de muita batalha e muita tristeza por não ter conseguido curar a doença do pai dele, e eu também estava muito mexida porque tinha sido um ano muito difícil 1996, já que eu tinha perdido minha prima grávida, meu sobrinho de 18 anos e a minha separação , mesmo tendo sido eu ter provocado a separação é sempre muito difícil. e eu tinha muito carinho pelo Beto, estava sempre tentando protegê-lo de tudo. Até uma vez que ouvi ou li um ditado que dizia o seguinte: "Quando você ajuda uma pessoa ela aproveita esta corda e sobe, ótimo, você fez uma caridade, mas quando essa pessoa sobe, e e depois desce diversas vezes, deixe-a sozinha porque você está atrapalhando a evolução espiritual dessa pessoa" e foi com esse pensamento que deixei O Beto ir.
Mas Naldo estava atravessando uma fase difícil mesmo.
Quando me mudei para Maricá, não demorou muito ele foi morar com a gente, e ele vivia num conflito muito grande comigo e com o tio, e o Oswaldo tratava ele da mesma forma que tratava os filhos. Naldo tinha uma quitinete só pra ele, e o tio colocava guloseimas no frigobar que tinha na quitinete, para o Naldo não sentir fome a noite, já que as quitinetes eram independente, eu e Oswaldo vivíamos conversando com ele dando conselhos da vida, e tio só queria dele que trabalhasse um pouco no terreno, que ajudasse o caseiro, não para explorá-lo e sim para que tivesse uma ocupação além dos estudos. Então por tudo isso Naldo vivia época com o pai e avó Derli e época cim a gente. Eu também estava atravessando uma fase difícil por causa de uma doença que havia adquirido, uma doença rara chamada miastenia grave que será explanada aqui neste blog.
Mas voltando ao Naldo, ele aprontava tando que o pai e avó não aguentaram ficar com ele e voltou a morar comigo, mas desta vez Oswaldo deu obrigações pra ele em casa além de estudar.
Ele ia para escola, estudava à tarde e chegava as vezes bem tarde, perguntávamos onde estava e não nos dava satisfação. Morávamos num local bem agradável a casa tinha até piscina e Naldo tinha total liberdade, se dava bem com os filhos do Oswaldo que eram uns exemplos, mas não tinha jeito alguma coisa o revoltava.Até que eu comecei a achar que ele estava mexendo com drogas, foi justamente na época que começou o Funk, e as atitudes dele tinha algo anormal. comuniquei a todos da família, e minha cunhada Jane conseguiu meia bolsa num colégio Adventista em Petrópolis, colégio interno mesmo, só vinha nos finais de semana com minha permissão e se tivesse tido bom comportamento durante a semana. O colégio era caro, a meia bolsa era paga pelo o Oswaldo e meus irmãos Dinho e Helena, e a outra parte ele pagava trabalhando na padaria, estudava pela manhã e a tarde trabalhava. Nos três primeiros meses ele ficou praticamente direto porque ficou mais revoltado ainda, mas com o tempo foi se acalmando, se acostumando e gostando.
Naldo se batizou por lá, lamentei muito em não ter podido ir, pois na época estava em crise da doença, e quando dá crise eu não consigo andar e na época em que ele estava lá, eu estava pior, não conseguia ficar em pé, mas meus irmãos, cunhada e sobrinhos foram prestigiá-lo.
Mas depois que o tio Oswaldo faleceu e ele não aproveitou bem os estudos, teve que sair do colégio, mas já saiu de lá outra pessoa, mas equilibrado. Nessa altura muitas coisa já tinha acontecido em minha (que vocês poderão ler em minha vida aos meus 38 anos.
Naldo foi morar com o pai e a avó Derli. E a vida foi passando de vez em quando vinha me ver, conheceu uma moça chamada Jovana que já tinha um menino de 2 anos chamado Patrick, e Naldo resolveu morar com ela e assumiu o menino e depois vieram os outros netos. (que vocês poderão ler na página meus netos).
Quando o Oswaldo estava para falecer que ficou alguns dias no hospital, e eu como não queria deixá-lo sozinho, meu filho me ajudou muito. eu ficava com o Oswaldo o dia inteiro e o Naldo ficava a noite, e durante a noite eles conversaram muito, e um perdoo o outro, o que foi muito importante. Mas isso aconteceu antes dele conhecer a Jovana.
"Perdoar é fazer uma limpeza interior, tirando o lixo que alguém deixou em você.
Eu ao me casar engravidei, mas com três meses de gestação eu perdi, e dali pra cá não conseguia engravidar, fiz uma série de exames, e o último seria só para saber se as trompas estavam obstruídas, se estivesse não teria como engravidar e sempre ouvi falar que esse doía mais que um parto, então por isso resolvi não fazer, e ainda comentei que seria como Deus quisesse.
Dois anos se passaram. Um domingo de sol dia das crianças e Nossa Senhora da Aparecida, o Beto resolveu que queria ir na casa da mãe dele, eu ainda relutei um pouco porque tínhamos estado lá no domingo anterior, mas de tanto falar acabei indo, e era meio distante.
O Beto sempre muito comunicativo, conhecia todos em todos lugares que ia, se deparou com uma situação que cortou seu coração, e não demorou muito apareceu na casa da mãe com uma criança no colo que não tinha um ano de idade, bem suja e chorando muito, na mesma hora eu e Derli demos um banho nele e o alimentamos,e depois dormiu a tarde inteira. Beto veio falando que era nosso, pois a mãe estava dando porque não tinha condições de criá-lo. Eu louvo essas pessoas que na condição de não poder criar seus filhos dão a outras pessoas que possam, ao invés de explorá-los ou largar em qualquer lugar. Para ser sincera na época minhas condições financeira na época não era muito favorável para cuidar de uma criança naquela condições, mas como Deus não faz nada por um acaso, e eu já sentia que tinha sido gerado no meu coração, coisas que não tem explicações, só sentimos.
Na parte da tarde a mãe biológica veio conversar com a gente, e eu expliquei que estaria indo para São Paulo e se era isso mesmo que queria, ela disse que queria o melhor para ele.
Na época sempre ficava muda de roupas dos meus sobrinhos na casa da Derli, e ele colocou uma delas já que não tinha nenhuma. Estávamos indo embora, ele no colo do Beto deu tau para a Adélia.
Ele já tinha registro Reginaldo, por isso ao fazermos a adoção permaneceu o primeiro nome e passou a se chamar Reginaldo Ferraz Libardi, apelido Naldo.
Na segunda-feira pela manhã liguei logo para meus irmãos, e todos o aceitaram muito bem e se tornou o esquindim da casa.
Como eu tinha que trabalhar, ele ficava mais com minha sogra que logo veio morar perto da gente.
Depois mudamos para Jacarepaguá, eu continuei trabalhando e muitas vezes ele ficava com o Beto. Quando começou a estudar, e a minha irmã Helena o colocou no colégio mais caro do Grajaú e de ótimo ensino, um colégio de freira Companhia de Maria, e por conta disso ele teve que vir morar aqui com minha mãe.
Eu comecei a contar a historinha dele quando tinha uns 6 anos de idade, e ele na época só me disse o seguinte: minha mãe é você, mas um dia você me mostra a outra e logicamente eu concordei. Mas não passou muito tempo e ela veio a falecer.
Naldo foi crescendo como toda criança peralta como a maioria.
Quando eu me separei do pai dele e um ano depois eu me casei com Oswaldo, o qual ele chamava de tio, ficou meio revoltado, mesmo eu explicando e conversando que eu tinha que ter um pouco de felicidade, já que minha vida de casada foi de muita batalha e muita tristeza por não ter conseguido curar a doença do pai dele, e eu também estava muito mexida porque tinha sido um ano muito difícil 1996, já que eu tinha perdido minha prima grávida, meu sobrinho de 18 anos e a minha separação , mesmo tendo sido eu ter provocado a separação é sempre muito difícil. e eu tinha muito carinho pelo Beto, estava sempre tentando protegê-lo de tudo. Até uma vez que ouvi ou li um ditado que dizia o seguinte: "Quando você ajuda uma pessoa ela aproveita esta corda e sobe, ótimo, você fez uma caridade, mas quando essa pessoa sobe, e e depois desce diversas vezes, deixe-a sozinha porque você está atrapalhando a evolução espiritual dessa pessoa" e foi com esse pensamento que deixei O Beto ir.
Mas Naldo estava atravessando uma fase difícil mesmo.
Quando me mudei para Maricá, não demorou muito ele foi morar com a gente, e ele vivia num conflito muito grande comigo e com o tio, e o Oswaldo tratava ele da mesma forma que tratava os filhos. Naldo tinha uma quitinete só pra ele, e o tio colocava guloseimas no frigobar que tinha na quitinete, para o Naldo não sentir fome a noite, já que as quitinetes eram independente, eu e Oswaldo vivíamos conversando com ele dando conselhos da vida, e tio só queria dele que trabalhasse um pouco no terreno, que ajudasse o caseiro, não para explorá-lo e sim para que tivesse uma ocupação além dos estudos. Então por tudo isso Naldo vivia época com o pai e avó Derli e época cim a gente. Eu também estava atravessando uma fase difícil por causa de uma doença que havia adquirido, uma doença rara chamada miastenia grave que será explanada aqui neste blog.
Mas voltando ao Naldo, ele aprontava tando que o pai e avó não aguentaram ficar com ele e voltou a morar comigo, mas desta vez Oswaldo deu obrigações pra ele em casa além de estudar.
Ele ia para escola, estudava à tarde e chegava as vezes bem tarde, perguntávamos onde estava e não nos dava satisfação. Morávamos num local bem agradável a casa tinha até piscina e Naldo tinha total liberdade, se dava bem com os filhos do Oswaldo que eram uns exemplos, mas não tinha jeito alguma coisa o revoltava.Até que eu comecei a achar que ele estava mexendo com drogas, foi justamente na época que começou o Funk, e as atitudes dele tinha algo anormal. comuniquei a todos da família, e minha cunhada Jane conseguiu meia bolsa num colégio Adventista em Petrópolis, colégio interno mesmo, só vinha nos finais de semana com minha permissão e se tivesse tido bom comportamento durante a semana. O colégio era caro, a meia bolsa era paga pelo o Oswaldo e meus irmãos Dinho e Helena, e a outra parte ele pagava trabalhando na padaria, estudava pela manhã e a tarde trabalhava. Nos três primeiros meses ele ficou praticamente direto porque ficou mais revoltado ainda, mas com o tempo foi se acalmando, se acostumando e gostando.
Naldo se batizou por lá, lamentei muito em não ter podido ir, pois na época estava em crise da doença, e quando dá crise eu não consigo andar e na época em que ele estava lá, eu estava pior, não conseguia ficar em pé, mas meus irmãos, cunhada e sobrinhos foram prestigiá-lo.
Mas depois que o tio Oswaldo faleceu e ele não aproveitou bem os estudos, teve que sair do colégio, mas já saiu de lá outra pessoa, mas equilibrado. Nessa altura muitas coisa já tinha acontecido em minha (que vocês poderão ler em minha vida aos meus 38 anos.
Naldo foi morar com o pai e a avó Derli. E a vida foi passando de vez em quando vinha me ver, conheceu uma moça chamada Jovana que já tinha um menino de 2 anos chamado Patrick, e Naldo resolveu morar com ela e assumiu o menino e depois vieram os outros netos. (que vocês poderão ler na página meus netos).
Quando o Oswaldo estava para falecer que ficou alguns dias no hospital, e eu como não queria deixá-lo sozinho, meu filho me ajudou muito. eu ficava com o Oswaldo o dia inteiro e o Naldo ficava a noite, e durante a noite eles conversaram muito, e um perdoo o outro, o que foi muito importante. Mas isso aconteceu antes dele conhecer a Jovana.
"Perdoar é fazer uma limpeza interior, tirando o lixo que alguém deixou em você.



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